Justiça

Crânio humano real é encontrado em brechó nos EUA

Descoberta inesperada em seção de Halloween

Detetives da Unidade de Crimes Graves do Gabinete do Xerife do Condado de Lee, na Flórida, foram acionados no último sábado após a localização de um crânio humano em um brechó situado em North Fort Meyers. O objeto estava exposto entre decorações temáticas de Halloween, misturado a itens artificiais.

A descoberta ocorreu graças à percepção de um cliente. O comprador, que é antropólogo de formação, notou a peça enquanto navegava pela seção de fantasias e adornos da loja. Ao analisar as características anatômicas da caveira, o profissional identificou que não se tratava de uma réplica de plástico ou resina, mas de um crânio humano real.

Investigação e procedência do objeto

Após o alerta, equipes de investigação compareceram ao local para realizar uma análise preliminar. Os detetives confirmaram a suspeita do antropólogo, validando que a peça era, de fato, de origem humana. O proprietário do estabelecimento foi questionado sobre a origem do item e informou que o crânio estava integrado a um depósito de mercadorias adquirido anos atrás.

De acordo com o dono da loja, o lote comprado continha diversos objetos diversos, e a peça teria passado despercebida durante a triagem inicial, acabando por ser colocada à venda como parte da decoração de outubro.

Próximos passos e análise forense

O Gabinete do Xerife do Condado de Lee agora trabalha em coordenação com o Gabinete do Examinador Médico do Distrito 21. O objetivo é realizar testes laboratoriais e forenses para tentar identificar a procedência do crânio e determinar a idade do indivíduo, se possível.

Até o momento, os investigadores afirmam que o caso não é tratado como suspeito. Não há indícios de crimes recentes relacionados ao objeto, e a linha de investigação segue a hipótese de que a peça seja um espécime antigo, possivelmente proveniente de coleções médicas ou antropológicas obsoletas que acabaram no mercado de usados.


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Giovanna Stenner

Jornalista brasileira e correspondente internacional morando nos Estados Unidos desde 2019.